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11/04/2009 - O Popular Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Spam responde por 97% das mensagens de e-mail, diz Microsoft


Uma análise semestral divulgada nesta semana pela Microsoft indica que, de todos os e-mails que circularam de julho a dezembro de 2008, 97% eram spam (mensagens não-solicitadas). Assim como mostram edições anteriores do Relatório de Inteligência de Segurança da Microsoft, as mensagens referentes a produtos farmacêuticos dominam o ranking dos spams (48,6% do total) – se somados os produtos não-farmacêuticos, a categoria “oferta de produtos” soma 72,2% desses e-mails.

Para enviar spam em grande quantidade, os criminosos da internet contam com as chamadas botnets – essas redes são formadas por computadores infectados, os “zumbis”, que obedecem aos comandos enviados remotamente pelo dono da rede ou responsável pela criação da praga digital instalada na máquina.

Em muitos casos, essas mensagens eletrônicas tentam convencer os internautas a baixarem arquivos ou a visitar sites que tentam instalar códigos maliciosos no computador, infectando o PC – o golpe é conhecido como phishing spam. No semestre passado, o país que mais hospedou esses sites fraudulentos foram os Estados Unidos, sendo que o Estado do Texas apresenta uma concentração maior desses endereços.

De acordo com o relatório da Microsoft, a maioria dessas páginas maliciosas imita os sites de organizações financeiras, mas recentemente as redes sociais se tornaram um alvo comum. No caso dos sites de relacionamento, como Orkut, MySpace e Facebook, os golpistas espalham links maliciosos, no intuito de fazer com que os usuários cliquem e infectem seus computadores.

Localização
O estudo global indica que, no Brasil, as pragas virtuais mais comuns são aquelas que tentam roubar informações bancárias – como login e senha de acesso -, além dos códigos que monitoram as ações dos usuários no computador. Esse tipo de código responde por pouco mais de 50% de todos aqueles identificados no Brasil, ou a maior incidência em todos os países pesquisados pela empresa de software.

Na China, são mais comuns os modificadores de navegadores mal-intencionados, enquanto na Coreia os vírus respondem pela maior quantidade de ataques. Já os cavalos de Troia são a principal ameaça dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Espanha e Alemanha.

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